Botafogo 2 x 0 Duque de Caxias

Foi um jogo bem tranquilo … mas para o Botafogo e no placar, porque no céu do Engenhão a coisa ficou preta. Enquanto a bola rolava, sem problemas, ainda no primeiro tempo, os raios e trovões davam sinais que a água ia cair e feio. O céu só ia recebendo mais e mais nuvens negras, até que o vento começou e água veio.

O céu fechava e o Botafogo marcava. O primeiro gol, com Fellype Gabriel, aconteceu no primeiro tempo com a chuva ainda concentrada nas nuvens em cima do estádio.

A chuva com vento foi na direção da Tribuna e tivemos que fechar correndo os computadores e esconder os equipamentos. Sem falar que a energia foi embora, alguns minutos antes. As tomadas não funcionavam, um dos telões chegou a apagar. Mais tarde, passei por carros no estacionamento do estádio que ficaram com alguns arranhões, em consequência das placas que voaram.  Aliás, carros da diretoria do Botafogo, pelo que vi. Os tapumes já faziam parte do esquema de montagem do show que acontecerá nos próximos dias.

Mas, nada disso, atrapalhou a vitória do Botafogo. Além do gol de Fellype Gabriel, Jobson também marcou. Aliás, o jogo de nomes complicados hein: Watthimen, Brinner, Elkseon, Gilcimar…. pelo menos tinha Felipes e Jeffersons (todos no Botafogo).

Nas arquibancadas, o esperado: 4.762 presentes, 2.949 pagantes e renda de R$ 64.725,00. (fotos Celso Pupo)

A galera do jornalismo do Duque de Caxias arranjou um jeito de se proteger, apesar de, depois, o guarda-chuva ter voado na minha cabeça.

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