Especiais, Eventos, Notícias, Outros Eventos — 29/11/2017 at 13:54

Museu do Amanhã: Por um Outro Olhar

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A Prefeitura do Rio convidou a equipe do Fim de Jogo para uma pauta inédita: conhecer o subsolo do Museu do Amanhã. Não sabíamos ao certo como seria, contudo, vocês sabem que queremos estar sempre por perto das novidades. Além disso, já está no nosso “DNA” ver algumas situações por uma ótica diferenciada. Não era uma simples visita, porém, uma grande oportunidade de conhecer todo funcionamento do local, de uma outra maneira. Sendo assim, não perdemos tempos. Colocamos o equipamento na bolsa, e lá fomos nós.

Apesar do tempo nublado, nada atrapalhava a vista. Poderíamos passar o dia inteiro ali admirando, porém, nossa pauta era muito além disso. Mas deu tempo para tirar uma casquinha. Afinal, não somos de ferro, não é verdade?

Por volta das 10h, encontramos com os demais blogueiros convidados e demos início ao nosso passeio. Para irmos até o subsolo, foi necessário colocarmos um capacete de proteção, e seguir as orientações dos profissionais que estavam conosco.

Porém, pouco antes de irmos para o nosso destino, ouvimos informações sobre o museu. Desafiamos vocês a descobrirem quantas lâmpadas ele tem. Pensou? Pois bem, algumas pessoas arriscaram cinco mil, dez mil, sendo que na verdade, são cerca de um milhão de lâmpadas. Sim, nós também ficamos surpresos.

Conhecemos o espelho d’ água de perto, e aprendemos que ele tem mais do que uma função estética. Ele serve para esfriar o museu em até 2 graus. Para quem não sabe, as águas são coletadas da Baía de Guanabara, e tratadas no subsolo, onde fomos conhecer.

Também conhecemos a cobertura móvel do edifício. Ela tem estruturas de aço que servem de base base para as placas de captação de energia solar. Conforme o dia, elas se movem como asas de acordo com o posicionamento do sol.

No local, era possível encontrar diversas máquinas de filtrações, elas serviam para captar e tratar as águas vindas da Baía. Alias, em alguns lugares em especial, era possível ouvir o barulho delas trabalhando.

Em um setor, havia uma escada, que levava para uma janela, onde era possível ver as águas da Baía. Por motivos de segurança (eu estava de salto alto), não subi.

De acordo com a comunicação do museu, essa foi a primeira vez que houve uma visita ao subsolo. Para o ano que vem, há uma possibilidade da visitação ser disponibilizada para estudantes de Engenharia e Arquitetura, que sempre demonstram bastante interesse em saber mais informações sobre o local. Porém, não há planos para abrir para o público em geral.

Agradecemos a Prefeitura do Rio de Janeiro pela oportunidade. Sem dúvidas, foi uma pauta enriquecedora.

 

 

 

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