Copa do Mundo 2018, Especiais — 21/05/2018 at 22:17

Rússia 2018: Primeira Coletiva na Granja Comary

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Tudo diferente. No fundo era previsível que em 2018 as coisas seriam organizadas com outro formato para a Copa do Mundo na Rússia. O primeiro motivo é óbvio, já que todo o aparato que havia para 2014 precisava de alterações, afinal a Copa é bem longe.

O espaço destinado aos jornalistas foi reduzido e o tempo de permanência da imprensa – que será de uma semana também. O apelo é menor do que em 2014. Temos a presença de correspondentes internacionais, mas com foco mais em alguns jogadores, como Neymar. Cheguei a responder a uma pergunta, em uma gravação, se achava que ele ficaria ou não no PSG.

Além do espaço, que agora atende às necessidades de menores proporções, o discurso de quem fala pela Seleção Brasileira também mudou. Na primeira coletiva, com Edu Gaspar, Coordenador de Seleções, o compromisso é com dedicação, mensagem e filosofia. A afirmação que foi ouvida em 2014 – não tem plano B, só podemos vencer – não existe mais.

 

Lições aprendidas? É o que se espera.

Para nós, também observamos mudanças. O credenciamento de uma imprensa independente, como é o caso do FimdeJogo, que havia sido negado (e só depois de campanha no Twitter, foi liberado), foi aprovado sem muitos pedidos. Envio normal, como todo mundo, e confirmação por email e SMS.

Não dá para ter 100% de certeza, pelo tempo que acompanhei, mas a impressão era de direitos iguais para todo mundo. As imagens e diversas informações estavam no site da CBF. O que você provavelmente viu na tv, foram geradas e divulgadas pela entidade. Ninguém sobe até o centro de treinamento, pelo menos essa semana.
Nem precisa falar que o número de celulares, registrando e sendo usado como ferramenta de jornalismo, aumentou muito. Mudanças nas coberturas também.

Na primeira coletiva, boas perguntas, poucas resenhas e mais objetividade nos questionamentos; variação nos assuntos, incluindo, premiação, relacionamento da imprensa com jogadores e o público.
De diferente? A chegada. Era ouvir um helicóptero para saber que alguém estava chegando na Granja Comary, em Teresópolis. A imprensa questionou a opção da distância da Seleção, mas segundo Edu Gaspar foi uma decisão logística da CBF.

 

O número de torcedores que ficaram nos arredores da Granja era pequeno, mas talvez melhore. Isso porque foi informado que estão analisando a possibilidade de um treino aberto. Tentei saber se a divulgação seria ainda nesse primeiro dia e a informação era: tudo vai estar no site da CBF.

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