Copa do Mundo 2010
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O jogo entre Brasil e Bolívia acontece no Engenhão. Apesar de não ser nossa área de atuação, estamos atendendo aos pedidos de nossos internautas, e publicando as informações sobre a compra dos ingressos do jogo, que acontece do dia 10/09, às 18h10, pela Eliminatória da Copa de 2010.
Preços dos ingressos:
Pontos de venda (abertos a partir de 30/08, entre 9h e 18h)
Pela internet, os ingressos serão vendidos através do site www.ticketmaster.com.br, também a partir do dia 30 de agosto. O cadastro prévio para a compra na internet acontece de 25 a 29 de agosto.
Obs.: Cada torcedor só poderá comprar 2 ingressos. Meia-entrada é impessoal e intransfirível.
Terão direito a meia entrada:
Estudantes: 1°, 2° e 3° graus - correspondentes, respectivamente, ao ensino fundamental, médio e superior. Segundo as Leis Estaduais n° 2.519/1996, n° 4.153/2003 e n° 4.816/2006, devem portar qualquer documento que comprove condição de estudante (boleto bancário não é documento hábil a comprovar condição de estudante). Devem apresentar identificação no ato da compra e da entrada no evento.
Idosos: Maiores de 60 anos. Segundo a Lei Federal n° 10.741/2003 (estatuto do idoso), devem portar documento de identidade no ato da compra e da entrada no evento.
Deficientes físicos: Segundo a Lei Estadual n° 4.240/2003.
Gratuidade (somente setores LESTE SUPERIOR e OESTE SUPERIOR):
Conforme Leis Ordinárias do Rio de Janeiro: 2562/1996 e 4476/2004.
- Torcedores maiores de 65 anos, com documentos de identidade
- Torcedores menores de 12 anos, com documentos de identidade, ou certidão de nascimento, acompanhados dos responsáveis com ingressos relativos aos setores Leste Superior ou Oeste Superior.
Os ingressos de gratuidade serão distribuídos no dia do evento.
Obs 2.: Não haverá estacionamento, por isso, o torcedor deve se dirigir ao estádio com os transportes coletivos.
Fonte: Site da CBF (www.cbf.com.br)
Por Daniel Dissat
0 comments terça-feira 26 ago 2008 | Cristina Dissat | Copa do Mundo 2010, Eliminatórias da Copa do Mundo, Notícias
Esta semana, estivemos em uma coletiva na Firjan, que falou sobre “O Planejamento do Estado do Rio para receber a Copa de 2014“. Na verdade, foi um encontro político (mas esse é um passo importante para qualquer decisão e organização). Até aí tudo bem e, provavelmente, os jornais já noticiaram os detalhes desse encontro, porém, valem algumas observações importantes, principalmente, se o Rio de Janeiro pretende ser, realmente, o Centro de Mídia na Copa do Mundo em 2014.Como a coletiva estava marcada para o meio-dia, chegamos na hora, assim como vários colegas jornalistas e fotógrafos. Ficamos em uma ante-sala, aguardando a chegada do Secretário Eduardo Paes. Cerca de 45 minutos depois, ele chegou. Passamos, então para a sala da coletiva, que, na verdade, era um local para um almoço. Pra nós? Não. Só para os empresários.
No final da sala, três filas de cadeiras com a identificação de “imprensa” e ao lado um lanche. Enquanto os empresários almoçavam, nós assistíamos as apresentações, comendo sanduíche. Tudo acabou por volta de 14:30, quando permitiram que as entrevistas fossem feitas.
Os slides estavam distantes de nossa localização, com letras pequenas e para ler só levantando e ficando em pé nas laterais da sala. Isso complicou um pouco mais durante a apresentação de Tim Ross, representante da África do Sul. Ele mencionou alguns dados interessantes, dificuldades e propostas do país, que será a sede da Copa em 2010. Detalhe: em inglês e sem aviso prévio. Recentemente, por causa do meu trabalho na área de saúde, cobri um congresso em Cape Town (África do Sul) e, lá, precisei de um tempo para adaptar o ouvido ao inglês falado no país. Deu para resolver, mas foi complicado pela falta de aviso.
Parecem detalhes, e até podem ser, mas se um encontro político é um passo importante para tomada de decisões, momentos como esse poderiam ser planejados para um treinamento, quanto ao tratamento aos jornalistas na Copa do Mundo de 2014. Não custa ficarem mais atentos.
* Matéria incluída também no blog do Fábio Couto.
4 comments sexta-feira 07 mar 2008 | Cristina Dissat | Copa do Mundo 2010, Copa do Mundo 2014, Notícias
Texto e fotos: Flavia Garcia Reis
Segunda-feira, dia 21 de janeiro de 2008, 10h da manhã, muita chuva e muitos jornalistas esportivos reunidos na Villa Riso, aguardando a cerimônia de lançamento da camisa azul (o uniforme reserva) que a Seleção Brasileira de Futebol irá utilizar nos próximos jogos, inclusive na Copa do Mundo em 2010. A nova camisa homenageia a utilizada na final da Copa de 1958, quando o Brasil conquistou o seu primeiro título mundial. Por este motivo, a Nike (patrocinadora oficial da Seleção) organizou uma cerimônia de lançamento diferente. Dois craques da seleção de 58 - Djalma Santos e Zito - foram convidados para um bate-papo com jornalistas, mediado pelo colunista esportivo Sérgio Cabral.

Na foto acima, você pode sentir um pouco do clima descontraído da manhã de lançamento. Curiosamente, a camisa amarela, o primeiro uniforme da seleção “canarinho” havia sido lançado em novembro de 2007. O gerente de marketing da Nike informou que a diferença de dois meses foi programada, pois cada uniforme tem a sua história pra contar. Uma bela estratégia de marketing não acham?
A Camisa
A camisa, agora, apresenta números e detalhes em amarelo (antes eram brancos). A nova cor é inspirada na camisa da final da copa de 1958 quando a Seleção não havia levado seu uniforme reserva. Na ocasião, ao ter que jogar a final contra a Suécia, o Brasil teve que customizar uma camisa azul, costurando os detalhes da camisa amarela. Uma das novidades é a frase “Nascido para jogar futebol”, na parte interna da gola.

Divulgação
O Bate-Papo
Num ambiente estilizado, com mesas de bar e petiscos, o jornalista Sérgio Cabral iniciou o papo com os jogadores Djalma Santos e Zito perguntando sobre a conquista da Copa do Mundo. O jornalista brincou dizendo ser uma pergunta original.

Djalma Santos, lateral-direito que jogou apenas na final da Copa de 1958, levou sua camisa que guarda com tanto carinho. Para ele, a principal diferença entre as camisas apresentadas, além dos 50 anos, é o material. “A de 58, quando molhava pesava dois quilos, a de hoje parece ser à prova d´água”, disse todo sorridente. Já o volante Zito comentou sobre o mito de jogar com a camisa azul. “Nós percebemos que dava pra ganhar a copa. Esses pequenos detalhes não assustaram o time”, afirmou.
Os jogadores falaram ainda da convivência com o Pelé, que havia sido convocado para a Copa de 58 com apenas 17 anos de idade (uma inovação do técnico Feola), sobre o papel de agregador do técnico e sobre o esquema de jogo popularizado pelo Zagalo (4×3x3). Além disso, lembraram com emoção do dia em que voltaram ao Brasil, com a Taça na mão. “Foi mais fácil ganhar a Copa do que chegar em casa”, lembrou Djalma informando que pararam em várias cidades e em cada uma era nova festa.
O Mito da Cor Azul
Completando os rumores do mito da camisa azul, o narrador e comentarista Luiz Mendes – que hoje tem um estúdio em sua própria casa, de onde participa de todos os jogos – lembrou que a cor azul tem grande predominância nos uniformes das seleções campeãs do futebol mundial. Luiz Mendes resumiu a manhã como uma reunião de antigos e jovens jornalistas esportivos com grandes craques e recordações.

4 comments terça-feira 22 jan 2008 | Cristina Dissat | Copa do Mundo 2010, Eliminatórias da Copa do Mundo, Notícias, Outros Eventos